PB - Campina Grande

Campina Grande

Campina Grande, fundada em dezembro de 1697, é a segunda cidade mais populosa da Paraíba, depois da capital João Pessoa. É considerada um dos principais pólos industriais da Região Nordeste e o maior pólo tecnológico da América Latina, segundo a revista norte americana Newsweek. A cidade possui uma agenda cultural variada, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho, o Encontro da Nova Consciência, um encontro ecumênico realizado durante o carnaval, além do Festival de Inverno e outros 20 eventos. Conforme o Censo de 2010, sua população é de aproximadamente 400.000 habitantes. Campina Grande aparece como uma das 10 melhores cidades para se trabalhar e fazer carreira do Brasil, única cidade do interior entre as capitais escolhidas no país. Também é conhecida como cidade universitária, pois conta com 16 universidades, sendo três delas públicas. É comum estudantes do Nordeste e de todo o Brasil virem morar no município para estudar nas universidades locais. Além de ensino superior, o município oferece capacitação para o nível médio e técnico.

Circulando pela cidade

Antiga Estação Ferroviária

O prédio da Antiga Estação Ferroviária, onde hoje está instalado o Museu do Algodão, foi inaugurado em 2 de outubro de 1907, na gestão do então prefeito Christiano Lauritzen, na ocasião da chegada do primeiro trem a Campina Grande. Este fato transformou a economia da cidade, tornando-a o segundo centro exportador de algodão do mundo, perdendo apenas para Liverpool, na Inglaterra, o que fez Campina Grande ser chamada de Liverpool brasileira.

Açude Velho

O Açude Velho foi o primeiro açude que Campina Grande teve, seu entorno é um ótimo local para caminhadas. Foi construído por causa da seca que o Nordeste enfrentou de 1824 a 1828. Sua construção foi iniciada em 1828 e concluída em 1830. Nesse local pode-se ver as estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro e o símbolo de Campina Grande: o Monumento aos Tropeiros de Borborema. Recentemente foi inaugurado às margens do Açude, o Museu de Arte Popular da Paraíba, idealizado por Oscar Niemeyer.

Museu de Arte Popular da Paraíba (Museu dos Três Pandeiros)

O Museu de Arte Popular da Paraíba (MAPP), também conhecido como Museu dos Três Pandeiros, está localizado às margens do Açude Velho. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sendo sua última obra, o museu faz parte da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Foi inaugurado no dia 13 de dezembro de 2012. Quando estiver em funcionamento, o museu vai acolher trabalhos dos mais talentosos artistas paraibanos, como Sivuca, Jackson do Pandeiro, Marinês, Elba Ramalho, entre outros. A ideia é que cada uma das três estruturas circulares remeta a um determinado gênero de arte.

Parque da Criança

O Parque da Criança é um complexo esportivo, com várias quadras de vôlei, basquete, futsal, pista de skate e pista de cooper. Apesar do nome, o parque não é voltado apenas para as crianças, na verdade, atrai mais jovens e adultos para a prática de exercícios físicos do que propriamente as crianças. Está localizado ao lado Açude velho onde as pessoas também realizam caminhadas. Muitos eventos municipais também são promovidos no parque.

Açude Novo

O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz é um parque em formato circular que fica no Centro da cidade, próximo ao Parque do Povo, que no passado, era um açude de verdade. É um parque de 46.875 m² com muitos bancos e árvores, assim como pequenos restaurantes que ficam em volta de uma fonte. Um grande obelisco, representando o Marco Zero da cidade, se encontra no centro do parque.

Vila do Artesão

A Vila do Artesão tem uma área de quase 6 mil m² e abriga mais de 70 lojas administradas por artesãos locais que comercializam desde artesanato até roupas e redes. O espaço foi inaugurado em 22 de dezembro de 2010, destinando à comercialização de produtos artesanais. A iniciativa incentiva o artesanato local e resgata a cultura de trabalho e desenvolvimento do município, além de incentivar o turismo fortalecendo a economia local e fomentando a geração de emprego e renda. Dentre as lojas nove são reservadas aos movimentos sociais que desenvolvem trabalhos na área de artesanato e habilidades manuais bem como um auditório, sete galpões para realização de cursos de qualificação profissional e para uso coletivo dos artesãos; uma bateria com quatro banheiros, espaço para estacionamento e muito mais. Horários de Funcionamento: De terça a sexta das 10h às 19h e aos sábados e domingos das 10h às 20h.